Paul Magnier (Soudal Quick-Step) foi o mais rápido na chegada da Volta ao Algarve 2026 a Tavira (FPC)

Volta ao Algarve: «Uma vitória muito especial» para Paul Magnier

Francês de 21 anos venceu a primeira etapa, com chegada a Tavira, e conquistou a primeiro sucesso da temporada... à segunda corrida que fez. Quinta-feira, levará a camisola amarela até à Foia, mas tem conciência de que será «uma outra história»

Paul Magnier surpreendeu, ou talvez não, os apostadores para o vencedor da primeira etapa da Volta ao Algarve, entre Vila Real de Santo António e Tavira, uma jornada adequada aos velocistas – e entre estes foi um dos menos prováveis que venceu.

Perfeito na abordagem à chegada, localizada numa ligeira subida, bem lançado pelo comboio da sua equipa Soudal Quick-Step, o jovem francês impôs-se, com autoridade, à frente de Jordi Meeus (Red Bull-BORA-hansgrohe) e Pavel Bittner (Picnic PostNL), batendo igualmente o principal candidato ao triunfo, a estrela Jasper Philipsen, que foi quarto classificado. 

«Estou muito satisfeito por ter conseguido a primeira vitória, logo na minha segunda corrida da época. O segundo lugar na estreia [n.d.r.: na Clássica Comunidade Valenciana, dia 25 de janeiro, superado pelo neerlandês Dylan Groenewegen] já tinha sido muito bom, mas hoje foi muito diferente para mim. Tive uma equipa muito forte ao meu redor, que fez um lançamento completo e perfeito, com todos os corredores da equipa, alguns deles jovens. Isso é muito especial para mim», declarou o corredor de 21 anos após a etapa.

Primeiro líder da Volta ao Algarve 2026, envergará a camisola amarela na etapa de quinta-feira, entre Portimão e o Alto da Foia (Monchique), onde a meta coincidirá com uma contagem de montanha de 1.ª categoria. Logo, Magnier não alimenta expectativas na defesa daquele símbolo. «Será um desafio completamente diferente, história completamente diferente e de certeza com um final diferente. Para mim, o mais importante foi fazer o melhor resultado possível hoje, e trabalhar o melhor possível com os companheiros. Por isso, creio que o trabalho está feito», frisou o francês.