Luis Díaz comenta saída do Liverpool para o Bayern: «Graças a Deus...»
No verão passado, Luis Díaz deixou o Liverpool e rumou ao Bayern por 70 milhões de euros para fazer trio de ataque com Harry Kane e Michael Olise. O internacional colombiano falou sobre essa mudança e demonstrou-se muito satisfeito por ter acontecido, afirmando que ficou convencido pelo projeto na primeira conversa.
«Quando o Bayern me contactou, desde o primeiro momento soube que queria dar este passo. Fiquei cheio de orgulho, porque já conhecia o clube há muito tempo e sabia o que esperar. Foi uma boa decisão, é uma equipa incrível e fantástica. E quando chegas a um novo lugar, naturalmente queres dar o teu melhor e sentir-te confortável onde estás. Ser feliz é o mais importante para um jogador e a sua família. Foi a decisão absolutamente certa vir para cá», garantiu em declarações à Sky Sports.
O negócio acabou também por ser possível por causa da chegada de Florian Wirtz ao Liverpool, sendo que o alemão também tinha sido apontado a Munique, mas isso não aconteceu. «Deve ter havido motivos para o Florian não ter vindo aqui no final. Agora estou aqui e, graças a Deus, acabou por ser assim. Estou muito feliz e grato», disse o ex-FC Porto.
«Sabia que me juntaria a um grupo de futebolistas incrivelmente bom e a um clube com uma excelente infraestrutura e um campo de treino fantástico. Não tive dúvidas sobre isso. O mais difícil para mim e para a minha família foi e ainda é a língua... mas sabia que me adaptaria muito bem aqui, que contribuiria para o sucesso da equipa, tal como tinha feito antes no Liverpool. Por isso, o Bayern depositou a sua confiança em mim e eu tento retribuir essa confiança em campo», acrescentou, falando sobre esse trio que leva mais de 100 contribuições diretas para golo esta época.
«Estou muito orgulhoso por jogar numa equipa com o Harry e o Michael Olise. Ambos são tecnicamente impressionantes. O Harry, por exemplo, faz tudo bem. Surpreendeu-me muito. Já o tinha visto jogar em Inglaterra, mas uma coisa é vê-lo do lado adversário, outra é partilhar o balneário com ele e estar no campo de treino todos os dias. Ver como trabalha, como se movimenta em campo e, claro, como marca golos. É uma máquina. Realmente faz tudo bem», apontou, virando-se para o francês.
«O Michael destrói-te em situações de um para um: é tão dotado tecnicamente e faz uma grande diferença. É uma pessoa calma. Em campo, é muito comunicativo. Ajuda muito, presta atenção a muitos detalhes e até diz coisas como: 'Ei, vamos defender assim.' São estes os detalhes que te ajudam a crescer como futebolista e te fazem sentir confortável. Mais uma vez... é incrível jogar com jogadores assim. Estou muito orgulhoso por fazer parte desta formação ofensiva», completou.
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