Froholdt - Foto: Catarina Morais / Kapta+)
Froholdt - Foto: Catarina Morais / Kapta+)

FC Porto investiu 80 milhões na renovação do plantel com Froholdt e Samu à cabeça

Relatório e Contas revela detalhes de 13 reforços no primeiro semestre: jovem dinamarquês custou 20 M€ e aquisição de mais 50% de Samu somou 17 M€. Encargos com intermediação e prémios ultrapassaram os 9 milhões de euros

A SAD do FC Porto detalhou esta quarta-feira, no seu Relatório e Contas do primeiro semestre de 2025/26, um investimento robusto na renovação do plantel principal de futebol. No total, a sociedade azul e branca investiu cerca de 80 milhões de euros na aquisição de passes de jogadores, num esforço para dotar a equipa comandada por Francesco Farioli de maior competitividade imediata e valor futuro.

A operação de maior relevo financeiro foi a contratação do jovem Victor Froholdt, de apenas 19 anos, que representou um investimento de 20 milhões de euros. O relatório destaca ainda o reforço da posição sobre Samu, com a SAD a adquirir mais 50% do passe do jogador por 17 milhões de euros.

Alberto Costa: 15 milhões de euros (100% do passe), Gabri Veiga: 14,97 milhões de euros (90% do passe), Borja Sainz: 13,33 milhões de euros (100% do passe), Nehuén Pérez: 13,25 milhões de euros (90% do passe) estão também entre as principais aquisições detalhadas no documento enviado à CMVM.

Para o setor defensivo, o FC Porto investiu ainda 7,5 milhões de euros em Bednarek e 4,5 milhões em Dominik Prpic. O meio-campo recebeu também Pablo Rosario, contratado por 3,75 milhões de euros.

A SAD portista reportou ainda gastos na ordem dos 2 milhões de euros relativos a taxas de empréstimo, nomeadamente para garantir as cedências de Jakub Kiwior e Pedro Lima.

Para além dos valores de transferência pagos aos clubes de origem, a nota 6 do relatório financeiro revela que o FC Porto suportou 9,1 milhões de euros em encargos adicionais. Esta rubrica engloba comissões de intermediação e prémios de assinatura relacionados com estas contratações.

Na mensagem que abre o relatório, o presidente do FC Porto justifica este «forte investimento» com a necessidade de criar um grupo de trabalho renovado, capaz de apresentar «consistência e qualidade de jogo», sublinhando que o atual plantel está avaliado em mais de 400 milhões de euros.