«Não expulsões de Morita e Debast» e «desordem instalada»: António Salvador visa Liga e FPF
Poucas horas depois de o SC Braga ter defrontado o Sporting (1-1), em Alvalade, numa partida da 8.ª jornada da Liga, António Salvador, presidente dos arsenalistas, emitiu um comunicado a pedir explicações aos vários responsáveis pelo futebol português.
Na missiva, o líder máximo dos guerreiros do Minho elenca alguns lances do duelo frente aos leões, nomeadamente os «agarrões de Maxi Araújo a Vítor Carvalho e de Hjulmand a Lagerbielke», dando conta de que os critérios diferentes que são levados em linha de conta motivam «a tal confusão de treinadores e jogadores, que o SC Braga reclama ver esclarecida com objetividade».
A insatisfação de Salvador é suportada, segundo o próprio, no seguimento de uma «confusão indisfarçável e que explica as não expulsões de Morita (5' e 21') e Debast (49' e 80')». Ato contínuo, o presidente dos bracarenses pretende que a «nova era do setor (que o SC Braga saúda) seja coincidente com uma era de mais rigor e critério».
António Salvador falou abertamente sobre os problemas que entende existirem em redor das arbitragens, apelando à Federação Portuguesa de Futebol (FPF) que siga um só caminho, mas também se dirigiu à Liga para falar da centralização e dos quadros competitivos para que o próprio futebol português seja defendido: «Chegou o momento de a Liga Portugal tomar e assumir as opções que vão condicionar o futebol profissional para as próximas décadas.»