Três em linha: estreias de elite na retoma do Famalicão
O triunfo (3-1) do Famalicão sobre o Aves SAD, ontem, não permitiu apenas aos minhotos voltarem a sorrir e aproximarem-se dos lugares que dão acesso às competições europeias, como também deu azo a um jogo de... três em linha.
A começar por Umar Abubakar. O jovem ponta de lança nigeriano, de apenas 19 anos, foi chamado pela primeira vez à titularidade em encontros da Liga — já tinha sido opção inicial frente ao São João de Ver (3-0), na 3.ª eliminatória da Taça de Portugal, a 18 de outubro de 2025 — e não fez a coisa por menos: estreou-se a marcar.
À passagem do minuto 67, o gigante (1,90 metros) africano estava no sítio certo para, à matador, atirar a contar após assistência de Pedro Santos. O lance ainda sofreu uma (ligeira) ameaça, uma vez que foi, numa primeira instância, invalidado pela equipa de arbitragem, devido a um suposto fora de jogo do camisola 9, mas o VAR acabaria por repor a verdade e Abubakar teve, enfim, toda a legitimidade para festejar.
Depois dos dois golos em três jogos pelos sub-23, o ponta de lança começa a afirmar-se na elite dos azuis e brancos do Minho.
Mas os holofotes do embate com os avenses também incidiram sobre outros dois jovens: Gonzalo Pastor (19 anos) e Rudi Almeida (20).
Tanto o médio espanhol como o avançado português debutaram com a camisola da principal equipa do Famalicão e abriram as respetivas janelas de oportunidade para serem apostas firmes de Hugo Oliveira. O talento está todo lá.