O Benfica, Pedro e o lobo
Deixemos Vinícius e Prestianni para mais tardias núpcias, que o ruído ainda é maior que o esclarecimento.
Mantenhamo-nos porém na Luz, noite de terça-feira: o Benfica teve razões objetivas de queixa da arbitragem.
Se o que todos vimos não bastasse, atentemos no que também se disse em Espanha: o Real deveria ter terminado o jogo com nove elementos. Acrescento eu: o período adicional da 2.ª parte não chegou para compensar as paragens no episódio de racismo e na expulsão de Mourinho, quanto mais as restantes pausas normais.
Acontece que, de tanto gritar todos os dias que há lobo, o Benfica corre o risco de poucos lhe ligarem, agora que o lobo apareceu mesmo.
De chorar por mais
A época do Gil Vicente pode terminar melhor ou pior, mas já é impossível classificá-la abaixo de notável.
No ponto
Alisson chegou a Nápoles para fazer, logo, o mesmo que já tinha feito no Sporting. Bom negócio ou precipitação?
Insosso
Um corte de relações com a Comunicação Social é sempre injustificável. As razões discutem-se, não se impõem.
Incomestível
Vem aí a meia-final da Taça de Portugal, portanto não se pode passar muito tempo sem os comunicados da ordem.