Vista aérea da Academia de Alcochete - Foto: Sporting CP
Vista aérea da Academia de Alcochete - Foto: Sporting CP

Sporting assinala 24 anos da Academia Cristiano Ronaldo (fotos)

Primeira pedra foi lançada em 1999, com a obra a ser concluída em menos de três anos

Através das redes sociais o Sporting celebra, este domingo, 24 anos desde a inauguração da Academia que, desde 2020, é designada por Cristiano Ronaldo, o nome maior made in Alcochete.

A cerimónia de inauguração, em 2002, contou com Dias da Cunha, Ribeiro Telles e José Roquette que tinha sido o mentor do projeto, sendo que a primeira pedra foi lançada em 1999 — demorou, portanto, menos de três anos a ser construída e o custo rondou os 17 milhões de euros.

A Academia do Sporting consolidou-se como uma das maiores referências mundiais na formação de jovens, gerando impacto massivo tanto a nível desportivo como financeiro para o clube. Uma autêntica fábrica de talentos que, desde a inauguração, mais de 80 jogadores estrearam-se na equipa principal, com o investimento contínuo na estrutura - ronda uma média de €5 milhões anuais - a transformar-se no principal motor financeiro do clube, gerando mais de 350 milhões de euros em receitas de transferências em anos recentes.

O mais recente caso de sucesso é Quenda, vendido ao Chelsea ainda no decorrer da época passada, com o Sporting a receber €50,777 milhões de fixos, num negócio que pode alcançar o valor máximo de €52,136M mediante o cumprimento de objetivos.

Percorra a galeria de fotografias a baixo e confira as vendas mais caras de jogadores da formação do Sporting.

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Alcochete foi também palco de um dos episódios mais negros da história da Academia, quando, em a 15 de maio de 2018, um grupo de cerca de meia centenas de adeptos encapuzados forçou a entrada nas instalações, invadiram o balneário e agrediram jogadores, treinadores e elementos do staff técnico.

O caso gerou crise institucional sem precedentes no clube, levando à rescisão de contrato por justa causa de vários futebolistas e à posterior destituição do então presidente Bruno de Carvalho.

O caso foi a tribunal, o processo envolveu 44 arguidos, com o julgamento a terminar em maio de 2020, com a condenação de 41 dos envolvidos a penas de prisão (algumas efetivas e outras suspensas), enquanto Bruno de Carvalho foi absolvido da autoria moral do ataque.

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