Ribéry avança com processo-crime após alegada ligação ao caso Epstein
Franck Ribéry, antigo internacional francês, rejeitou veementemente as alegações que o ligam aos ficheiros de Jeffrey Epstein e anunciou que irá instaurar um processo-crime contra os responsáveis.
O nome do antigo avançado de Metz, Marselha e Bayern Munique surge num documento anónimo de 2019, com 38 páginas, que faz parte dos ficheiros sobre o predador sexual norte-americano condenado, divulgados pelo Departamento de Justiça dos EUA, segundo avança o jornal Le Progrès.
Na referida carta, alega-se que Ribéry estaria envolvido no mundo da prostituição e que teria tentado agredir uma mulher na sua residência após obter a morada. O antigo jogador, de 42 anos, nega categoricamente todas as acusações, classificando o documento como fantasioso e fruto de uma disputa entre terceiros.
Ribéry, que representou a seleção francesa em 81 ocasiões e marcou 16 golos, pretende processar judicialmente o autor da carta, que afirma já ter identificado, bem como todos os que estão a difundir as alegações nas redes sociais.
O antigo futebolista argumenta que a liberdade de expressão não pode servir de justificação para a propagação de informações falsas ou difamatórias, sublinhando o impacto negativo que a situação tem tido na sua família. Recorde-se que, em 2010, Ribéry foi interrogado em Paris como testemunha num caso de proxenetismo agravado.
Apesar de a simples menção de um nome nos ficheiros de Epstein não implicar, por si só, qualquer ato ilícito, várias figuras públicas têm enfrentado as consequências da sua divulgação.
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