FPF pretende ‘Pintar Portugal’ com fan zones
O auditório n.º 1 da Cidade do Futebol foi o palco da apresentação da iniciativa ‘Pintar Portugal’, criada pela FPF com o objetivo de permitir que todos os portugueses assistam às partidas disputadas pela Seleção Nacional no Mundial 2026 e a partir de fan zones distribuídas por todo o país.
O repto foi lançado por Vasco Pinho, diretor executivo da FPF. «O que queremos fazer é dar a possibilidade a todos os cidadãos, nos seus municípios ou no município mais próximo, de assistir aos jogos da nossa seleção e que lhes seja possível fazê-lo vibrando de uma forma organizada onde tivermos, efetivamente, cada uma das fan zones. Unir Portugal é, pois, um objetivo», declarou o dirigente, suportado por Pedro Proença.
«Esta é a nossa seleção, de todos vocês, de todos nós. Este tem sido um trabalho desenvolvido pela Federação Portuguesa de Futebol, as Associações Distritais regionais, ao lado dos clubes e com os municípios, e por isso agradecemos», salientou o presidente da FPF.
Também Manuel Candeias, presidente da Associação de Futebol de Castelo Branco e representante da Mesa do Plenário das Associações Distritais, se mostrou muito recetivo à execução da ideia.
«Este é um projeto nacional que será extremamente motivador, interessante e feliz para milhões de portugueses, a população dos vossos concelhos [dirigia-se à plateia, composta por cerca de cem autarcas] aproveitará esta oportunidade. É da minha profunda convicção que teremos instaladas fan zones em todas as regiões, mesmo nas populações de população mais reduzida», anteviu, crente relativamente ao êxito da iniciativa.
A mesa redonda que se seguiu contou com os antigos internacionais e atuais dirigentes da FPF João Vieira Pinto, Daniel Carriço e Domingos Paciência, que responderam a dúvidas e a estes juntou-se João Medeiros Cardoso, diretor da FPF Comercial, que destacou a importância de juntar forças com as associações distritais de futebol e as diversas autarquias.
«Queremos chegar a todos os portugueses independentemente de onde estejam, e isso só faz sentido em parceria com as associações regionais e o poder local. Criámos esta proximidade com os nossos adeptos e para isso desenhámos três tipologias, fizemos um caderno de encargos e consultámos vários fornecedores», explicou, revelando que as comunidades portuguesas residentes em países organizadores do Mundial como os EUA e o Canadá, irão também ser contempladas.