«Falta de evolução»: os argumentos do United para despedir Amorim
O Manchester United decidiu prescindir de Ruben Amorim por entender que não estavam a ser identificados sinais suficientes de evolução e progresso na equipa.
Fonte do clube garante a A BOLA que não houve qualquer luta pelo poder, nem tão pouco qualquer ultimato entre o treinador e a estrutura.
De recordar que este domingo, após empatar com o Leeds, o treinador português deixou um recado claramente direcionado para dentro. Para pararmos com tudo isto, e eu notei que recebem informação seletiva, vim para ser o manager do Manchester United, não para ser o treinador do Manchester United. Isso é claro. Sei que não me chamo Tuchel, não me chamo Conte, não me chamo Mourinho, mas sou o manager do Manchester United. Assim será durante 18 meses, ou quando a direção decidir mudar.
Contactada pelo nosso jornal, fonte do United assegura que a saída de Amorim não foi decidida antes do jogo com o Leeds, e explica que as palavras do técnico foram encaradas como frustração com a comunicação social.
«Acreditamos firmemente que o nosso plantel, jovem e talentoso, continua bem posicionado para alcançar os objetivos para esta época. Estamos a tomar esta decisão para dar ao nosso grupo de trabalho - que é capaz e comprometido – a melhor possibilidade de ter sucesso», complementa.
A mesma fonte lembra que os red devils gastaram 250 milhões de libras (cerca de 289 milhões de euros) em reforços nas duas janelas de mercado com Amorim, e garante que o técnico estava «totalmente alinhado com a decisão de dar prioridade a três avançados em vez de um médio, no verão passado».
É explicado ainda, ao nosso jornal, que o Manchester United desenvolveu uma equipa de «liderança especializada, que permite operar ao mais alto nível», e que «embora o treinador seja uma parte fundamental do ecossistema, não está acima dele».
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