Colapso da A1 Facebook/ Ocorrências em Coimbra
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Alternativas ao corte da A1: Brisa sugere A8/A17/A25 ou IC2

Autoestrada A1 interrompida em Coimbra Sul sem prazo para reabertura

A Brisa confirmou o abatimento de parte do pavimento na A1, no sentido Norte-Sul, junto ao nó de Coimbra Sul, ao quilómetro 191, na sequência da rutura de um dique do Rio Mondego. A concessionária sugeriu como alternativas o corredor A8/A17/A25 ou o IC2, admitindo não ser ainda possível estimar um prazo para a conclusão das reparações.

Em comunicado, a Brisa Concessão Rodoviária (BCR) explicou que o colapso da via foi causado pelo rebentamento do dique, que provocou uma escavação no aterro junto ao viaduto C do Mondego. A rutura deveu-se a um débito excecional de água superior a 2.100 metros cúbicos por segundo.

A empresa esclareceu que o abatimento ocorreu «cerca de três horas após o corte total da A1, feito de forma preventiva, no sublanço de Coimbra Norte e Coimbra Sul - entre os KM 198 e KM 189». Desta forma, o incidente «não representou, em nenhum momento, qualquer risco para utilizadores e trabalhadores».

A concessionária assegurou estar empenhada em «minimizar transtornos» e informou que está a monitorizar a situação desde o dia 2, com «vistorias permanentes». No terreno encontram-se mais de 30 operacionais, em coordenação com a proteção civil e as autoridades nacionais e locais.

Ministro diz que irá demorar «semanas» a reparar A1

O ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz, admitiu que serão precisas várias semanas para reparar o troço da Autoestrada que desabou.

Durante uma visita ao local, no dique dos Casais, Pinto Luz descreveu o incidente como «uma situação absolutamente anormal». «Temos hoje 15 camiões com enrocamento [colocação de blocos de pedra] para reforçar a quebra que surgiu. Quint-feira mais camiões vêm reforçar com enrocamento», disse Pinto Luz, citado pela RTP Notícias.