Vitória de Guimarães: grito da concretização teve de sair do banco
O tema já cansa, o treinador já disse que não pode estar «sempre a dizer o mesmo», mas é inevitável: o Vitória de Guimarães não consegue fazer (tantos) golos (como devia).
À sexta jornada, os conquistadores contam apenas quatro tentos. Contudo, as oportunidades criadas davam para ter festejado bem mais…
Para o encontro com o Académico de Viseu (1-2), em busca de reverter a situação em frente à baliza, Tiago Margarido promoveu duas alterações no ataque: entraram Oumar Camara e Arnel Jakupovic para as saídas, respetivamente, de Miguel Nogueira e Alioune Ndoye.
Na perspetiva do aproveitamento dos avançados nada mudou, e até foi outro par de alterações — embora no decorrer do encontro e na zona intermediária — a devolver a pontaria à armada minhota.
Gonçalo Nogueira entrou no reatamento (para o lugar do amarelado Lohann Doucet) e Alanzinho substituiu Beni aos 60’. O primeiro marcou e o segundo assistiu no golo minhoto, ao minuto 67.
O grito da concretização dado pelos médios saídos do banco foi, ainda assim, insuficiente para os vimaranenses saírem das beiras com pontos. Afinal, ainda vai ser preciso mais…