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Um ponto no Mundial depois, selecionador demite-se
A Chéquia anunciou a saída de Miroslav Koubek do comando técnico. O presidente da federação checa, David Trunda, explicou que a decisão partiu do treinador: «Durante a reunião de hoje, o técnico colocou o cargo à disposição e, depois de um debate justo e aberto, decidi aceitar a demisão.»
O pedido de demissão precipitou a saída «por mútuo acordo». Trunda, ainda assim, destaca o «enorme papel» de Koubek na primeira qualificação da Chéquia para a fase final um Mundial desde 2006.
Mirolsav Koubek, de 74 anos, foi contratado em dezembro de 2025. O técnico veterano guiou a Chéquia até ao apuramento para a fase final do Mundial após vitórias nos penáltis contra República da Irlanda e Dinamarca, no play-off europeu, em março. A campanha no Grupo A, ainda assim, deixou a desejar.
A Chéquia terminou no último lugar após ter perdido contra Coreia do Sul (1-2) e México (0-3) e empatado contra a África do Sul (1-1). Koubek assumiu a «responsabilidade conjunta» pelo «falhanço» checo no Mundial.
O técnico de 74 anos considerou que «uma campanha dos media baseada numa série de meias-verdades e fabricações» contribuiu para a decisão. «Lamento que, depois de adquirir conhecimento no Mundial, não possa cumprir o plano que tinha para o futuro na seleção», frisou em nota publicada pela federação checa.
Continuam a rolar cabeças na Chéquia. Patrik Schick, uma das principais figuras, renunciou à seleção aos 30 anos após o término da campanha checa no Mundial.
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