Um ano de vitórias
Dentro de uma semana, assinala-se um ano da tomada de posse dos órgãos sociais e do início da liderança de Pedro Proença na Federação Portuguesa de Futebol (FPF). Há um ano, a 14 de fevereiro de 2025, 75 por cento dos sócios ordinários da FPF confiaram num projeto com uma visão agregadora e ambiciosa, construída com contributos profundos de Associações Distritais e Regionais, Associações de Classe e Futebol Profissional. E essa aposta traduz-se já em vitórias que a todos nos orgulham.
Um ano depois, o balanço é, claramente, positivo. O ano de 2025 foi absolutamente histórico, com cinco títulos internacionais e presença em seis finais, um feito único na história de uma instituição centenária como a FPF. Um ano de afirmação do Talento português, reforçado nos primeiros meses de 2026, com mais uma presença numa final e a confirmação de uma era diferente nas nossas Seleções Nacionais, uma era de ambição, cultura de vitória e orgulho de todos os portugueses.
Um ano de conquistas dentro de campo, mas também fora das quatro linhas. O Portugal Football Summit colocou Portugal no centro das decisões da indústria. O Congresso do Futebol Português resultou num pensamento profundo sobre o Futebol dentro de portas, num trabalho representativo de toda a Comunidade. O Conselho de Presidentes, novo fórum consultivo, assume um papel agregador e de discussão.
Um ano depois, temos um Futebol Português mais preparado para o futuro, suportado numa FPF com novo modelo de governação, um ecossistema empresarial, mas sempre a respeitar os valores da fundação.
A conquista mais importante foi o compromisso. Com a representatividade, transparência e valorização de todos os agentes. Todos, sem exceção, têm uma voz ativa na construção do futuro. E esse é, sem dúvida, o maior património deste primeiro ano de mandato.
Um ano depois, os desafios continuam a ser enormes. As últimas semanas são o melhor exemplo. O mau tempo deu-nos imagens difíceis de compreender. Testemunhei alguns dos danos provocados no distrito de Santarém, um dos distritos atingidos, assim como Leiria e Coimbra. Estádios, Academias e Pavilhões estão temporariamente indisponíveis. A criação do Comité de Emergências para o Futebol e o Fundo para Catástrofes, já regulamentado, permitem um primeiro grau de intervenção e auxílio aos clubes da base, emblemas com um trabalho notável, a quem a FPF apoiará sempre.
A forma célere e solidária como a Comunidade do Futebol respondeu a esta emergência não surpreende. Nesta nova era do Futebol Português, ninguém caminhará sozinho.