Ibrahima Ba, entre Daniel Bragança e Hjulmand, no último Sporting-Famalicão
Ibrahima Ba, entre Daniel Bragança e Hjulmand, no último Sporting-Famalicão
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Simon Elisor não acreditou que fosse Ba(r) aberto... (as notas do Famalicão)

Ponta de lança francês falhou um golo cantado, ainda na primeira parte, quando o nulo imperava no marcador. Jovem defesa-central senegalês foi um gigante no eixo da retaguarda e ainda viu uma obra de arte anulada... pelo VAR. Gustavo Sá perfuma todo o futebol dos minhotos
A figura: Ibrahima Ba (Famalicão)
Quando, logo aos 5 minutos, fez um excelente corte na sequência de um remate de Morita, percebeu-se que queria ter uma noite de destaque. E teve-a. Com várias outras interceções de enorme relevo e com bastante atento nos momentos em que se impunha a antecipação, brilhou aos 8 minutos, com um grande tiro de fora da área que dava um golaço. O lance foi, porém, invalidado pelo VAR.

Se a vitória do Sporting, ainda que escassa, não sofre contestação, uma vez que os leões foram dominadores e, em especial na segunda parte, bastante pressionantes, a verdade é que a história do jogo poderia ter sido outra caso Simon Elisor não tivesse desperdiçado um golo cantado, aos 34 minutos: o passe de Gustavo Sá — mais uma bela exibição do internacional sub-21 português, que tudo o que faz... faz bem — é para ver, rever e mostrar aos miúdos que estão a começar a aprender a jogar futebol, mas o ponta de lança francês, isolado, na cara de Rui Silva, atirou ao lado.

Falhar um lance destes em casa do bicampeão nacional e ainda com o resultado em branco, é meio caminho andado para o insucesso.

Destaque também para a competência das prestações de Gustavo Garcia e Pedro Bondo, dois laterais bastante sobrecarregados pelo fluxo ofensivo dos leões, mas que responderam presente a cada batalha.

Justin de Haas bateu-se no eixo e Tom van de Looi apenas perdeu o duelo decisivo com Daniel Bragança.

As notas dos jogadores do Famalicão:

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