Pedro Proença, presidente da Federação Portuguesa de Futebol - Foto: IMAGO
Pedro Proença, presidente da Federação Portuguesa de Futebol - Foto: IMAGO

Pedro Proença e a Liga das Nações: «Não há sorteios fáceis»

Presidente da FPF assume responsabilidade e ambição na prova que Portugal conquistou em 2019 e 2025

Pedro Proença assume que Portugal quer revalidar o título na Liga das Nações, lembrando que a Seleção Nacional entra em todas as competições para ganhar. «Portugal é campeão em título e, portanto, assumimos essa responsabilidade. Somos a única seleção que conseguiu neste momento ganhar duas Ligas nas Nações, temos essa responsabilidade», sublinhou o presidente da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) ao Canal 11, após o sorteio realizado em Bruxelas, esta quinta-feira.

«Não há sorteios fáceis quando temos este nível de seleções, mas entraremos com a ambição normal de quem quer ganhar este troféu, de quem quer revalidar aquilo que foi a nossa vitória, numa competição que terá uma nova novidade: serão quatro jogos feitos na mesma ‘poule’ e, portanto, traz-nos esse desafio», acrescentou Proença, antes de garantir que a equipa das Quinas vai «dar uma belíssima resposta» num grupo que tem a «curiosidade» de ter duas equipas nórdicas: a Dinamarca e a Noruega.

Refira-se que a fase de grupos da edição 2026/27 vai ser disputada em dois períodos, após o Mundial 2026, com as quatro primeiras jornadas a decorrerem entre 24 de setembro e 6 de outubro e as duas últimas entre 12 e 17 de novembro, com o calendário a ser divulgado apenas na sexta-feira.

A final four da quinta edição da Liga das Nações, competição em que Portugal é o único vencedor repetente (2018/19 e 2024/25), e que já foi conquistada por França (2020/21) e Espanha (2022/23), vai ser disputada entre 09 e 13 de junho de 2027, pelos vencedores dos quartos de final, entre 25 e 30 de março do próximo ano.

Para o presidente da FPF, a fasquia mantém-se bem elevada: «Habituem-se que esta seleção - esta e todas as outras seleções que nós temos tido - sempre que entra em qualquer coisa é para ganhar.»

«O ano passado foi isso mesmo, mas mais do que ganhar foi a garantia de que as nossas seleções vão ter continuidade. […] As próximas duas décadas estão absolutamente asseguradas, não só no futebol de 11, no futsal, no futebol masculino e feminino, no futebol de praia», rematou Proença.