Mercado FC Porto: Rodrigo Mora ganha novo (e enorme) pretendente em Itália
O AC Milan está a ponderar a inclusão de Rodrigo Mora, médio ofensivo do FC Porto, nas negociações que podem levar Santiago Gimenez para o Dragão. O nome do jovem português, nascido em 2007, está em cima da mesa e agrada à direção milanesa e ao técnico Ruben Amorim.
Depois de um esfriamento nas conversações entre o FC Porto e a Roma, que esteve muito perto de garantir o jogador, o Milan surge agora como um potencial destino. Embora ainda não exista uma negociação formal por Mora, o seu nome foi discutido entre os dois clubes no contexto da transferência de Giménez, segundo relatos da imprensa italiana. O potencial e a idade do médio são vistos com bons olhos pela estrutura dos rossoneri, e o facto de o treinador Amorim ser português e conhecer bem o jogador é considerado uma vantagem.
A saída de Rodrigo Mora do FC Porto poderá ser acelerada por uma recente troca de acusações entre o seu advogado e o treinador Francesco Farioli. O representante do jogador afirmou publicamente que o jovem não faz parte dos planos do técnico, o que está a afetar o atleta.
«O Rodrigo Mora não entra nas ideias de Farioli e isso representa um problema, sobretudo para um rapaz de 18 ou 19 anos ainda em fase de crescimento, para quem o futebol não é apenas uma profissão, mas também a sua vida e a sua alegria. O Rodrigo que encontrei é uma pessoa triste. Quer lutar, mas também quer jogar. Percebeu claramente que se tornou a terceira escolha», declarou o advogado.
A resposta de Farioli foi contundente, acusando o advogado de criar narrativas sem fundamento. «Li também os comentários. As pessoas gostam de criar narrativas. Essa pessoa nunca falou comigo, não sabe se o Rodrigo é a primeira, a segunda ou a terceira opção. Este tipo de coisas não ajuda ninguém», retorquiu o treinador, acrescentando que tais declarações não beneficiam o jogador.
Recorde-se que o FC Porto avalia Rodrigo Mora em cerca de 50 milhões de euros. No entanto, o clube mostrou-se aberto a negociar fórmulas criativas, como se viu nas conversas com a Roma. Os italianos estiveram perto de fechar o negócio por 25 milhões de euros imediatos, mais 50% de uma futura venda. O acordo incluía uma opção para a Roma pagar mais 25 milhões no ano seguinte para anular a referida percentagem. A transferência acabou por não se concretizar porque o FC Porto exigiu que a opção de compra obrigatória tivesse objetivos de fácil concretização, levando a Roma a focar-se noutros alvos como Fofana e Luis Henrique.