Jorge Jesus na Seleção: a diversão estava prometida...
Quando Pedro Proença escolheu Jorge Jesus para Selecionador Nacional nasceu em mim uma certeza: as paragens de Seleção — confessem, ninguém gosta verdadeiramente —iam passar a ter pelo menos mais piada do que realizar dois ou três jogos com seis ou sete conferências de imprensa insípidas, umas lesões a chatear os clubes e um «então até à próxima, se possível só na fase final, que é quando a malta gosta da Seleção».
Confesso, porém, que não esperava tanta densidade novelística em tão poucos dias. Previa que dois egos como os de Jesus e Ronaldo pudessem colidir neste contexto, mas mais devagarinho. Afinal aconteceu tudo à primeira. Que se seguirá?
De chorar por mais
Portugal entrou a todo o gás na Liga das Nações. Ganhar à seleção da moda é obra. Com mais ou menos sorte.
No ponto
Despeço-me, pelo menos por agora, desta coluna quinzenal. O Hugo Vasconcelos vai escrever mais, o que é bom.
Insosso
A arbitragem portuguesa não sai bem na fotografia depois das revelações específicas de Duarte Gomes.
Incomestível
Tudo o que envolve este caso de CR7 e da Seleção é absolutamente lamentável. Espero que não termine aqui.