Jota Silva regressará a Portugal e já sabe a que clube
— Equaciona voltar a Portugal a curto/médio prazo?
— Não penso em voltar a Portugal nos próximos tempos. Não sou de fazer planos longínquos. Mas uma certeza tenho: irei voltar para representar o Vitória de Guimarães, isso é sim ou sim. Quero muito e espero que se concretize. Não tenho um ano definido, prefiro viver e aproveitar o momento. Quando surgir essa oportunidade, será no tempo certo.
— Como tem acompanhado o Vitória nestes tempos mais conturbados?
— Não tem sido um início fácil, mas tenho a certeza de que vai dar a volta por cima, pela qualidade que o grupo tem, pelas pessoas que trabalham no clube e pelos adeptos que merecem mesmo muito que se dê a volta por cima. O Vitória é um grande de Portugal e este arranque menos positivo não é normal, porque um clube como o Vitória tem de entrar para vencer todos os jogos e acho que é isso que vai acontecer.
— Já se cruzou com o António Miguel Cardoso no Olympiakos?
— Sim, já. A minha relação com ele é muito boa. Foi o presidente que me levou para o Vitória, agora cruzamo-nos no Olympiakos e está a correr tudo bem, felizmente.
— Falam sobre o Vitória?
— Sim, somos dois vitorianos, por isso é impossível não falar do clube.
— E no Olympiakos, como é a sua relação com o grupo e com os outros portugueses?
— Encontrei um grupo excelente que me acolheu muito bem desde o início. Ter lá portugueses e falantes do português facilita a integração. O Chiquinho, além de excelente jogador, é um grande ser humano e ajudou-me bastante assim que cheguei. O Rodinei foi importantíssimo na forma como me integrou, e o Gelson Martins, o David Carmo, o André Luiz e o Clayton também… Mas todos me ajudaram. Os gregos são fantásticos. Já comentei com os roupeiros que me sinto no clube há anos. Estou muito bem e muito feliz.
— E sobre o Gustavo Sá, o que tem a dizer?
— É um miúdo com enorme qualidade, algo que já tinha ficado demonstrado em Portugal. É internacional sub-21 e capitão, o que demonstra a sua capacidade. Sendo o grande jogador e o homem que é, tem tudo para ter um futuro muito risonho, desde que continue a trabalhar ao máximo.