Joaquim Evangelista, presidente do Sindicato de Jogadores Profissionais de Futebol - Foto Miguel Nunes
Joaquim Evangelista, presidente do Sindicato de Jogadores Profissionais de Futebol - Foto Miguel Nunes

Joaquim Evangelista apoia escolha de Jesus para a Seleção: «Gosto muito»

Presidente do Sindicato dos Jogadores defende importância de «iniciar um novo ciclo» em Portugal, depois da eliminação do Mundial 2026, aos pés da Espanha (0-1)

Joaquim Evangelista, presidente do Sindicato dos Jogadores (SJPF), defende a importância de «iniciar um novo ciclo» na Seleção de Portugal e apoia a escolha de Jorge Jesus para o cargo de selecionador, noticiada por A BOLA.

«Acho que a decisão que importa é quem vai ser o treinador, para iniciar um novo ciclo com tranquilidade, dando-lhe todas as condições para fazer as escolhas que entender e depois avaliá-lo pelos resultados. Gosto muito de Jorge Jesus, é um homem simples, prático, põe as equipas a jogar e tem o seu feitio», frisou o dirigente, esta terça-feira, à margem da apresentação do 24.º Estágio do Jogador, que arrancou na Academia do Jogador, em Oeiras.

Evangelista considerou que o naipe de escolha da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) para a sucessão de Roberto Martínez, que anunciou ter cumprido o último jogo enquanto selecionador de Portugal após a derrota com a Espanha (0-1), relativa aos oitavos de final do Mundial 2026, é rico e, entre os nomes possíveis, aponta Jorge Jesus como «boa solução».

«Há outros grandes treinadores, falava-se de Abel Ferreira, Sérgio Conceição, entre outros. São treinadores que, de facto, se afirmaram em Portugal e no mundo, mas o Jorge Jesus tem de facto essa aura neste momento - mais velho, mais experiência, e acho que pode ser uma boa solução», avaliou.

O responsável pelo sindicato dos futebolistas profissionais em Portugal assumiu ainda que prefere ver a equipa das Quinas liderada por um treinador de nacionalidade portuguesa.

«Como princípio, defendo que seja um treinador português em determinadas circunstâncias, quando o ruído, o ambiente não beneficia os protagonistas e com isto falo para os jogadores, treinadores e dirigentes. Hoje, o planeta é uma casa comum, temos jogadores e treinadores portugueses a atuar e a fazer a diferença no estrangeiro», sublinhou.

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