E que tal Vitinha no Real Madrid?
Seria o casamento perfeito. O melhor médio da atualidade no melhor clube do Mundo. Ainda mais quando nos referimos a um Real Madrid inconsolável, inconsistente e sem um gigante no meio-campo, desde que se tornou órfão do croata Luka Modric (hoje no Milan) e, sobretudo, do alemão Toni Kroos, que pôs ponto final na carreira de futebolista.
Solução para tão grande dilema? É simples e é português: Vitinha, figura-mor do PSG e da Seleção de Portugal. Encaixava que nem uma luva num setor do campo que sobrevive a custo da qualidade (inatacável) dos seus atuais donos — Tchouameni, Arda Guler, Fede Valverde — mas que, digamos, precisa de figura transcendente e, neste momento, não há no Mundo figura mais transcendente para a posição do que Vitinha — e se alguém acha que há, faça o favor de sair da sombra e de o anunciar.
É simples, escrevíamos. Pois, simples, simples não é. Mas também não é impossível. Falamos, afinal, do emblema que no mundo mais faturou no último ano — o Real teve, de acordo com estudo da Deloitte, receitas de mais de mil milhões de euros — e que, decerto, conseguiria dispor dos 90 milhões de euros que o PSG exige pela estrela no próximo verão. Ou, até, de um valor superior, caso as exigências atuais se modificassem. Restaria saber se o médio português de 25 anos, com contrato com os parisienses até junho de 2029, estaria na disposição de arriscar esse passo na carreira.
Mas, contas feitas, há algum craque que diga «não» ao Real Madrid?
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