Lorenzo Pellegrini e Paulo Dybala
Lorenzo Pellegrini e Paulo Dybala - Foto: IMAGO

Cortes salariais ou… divórcios na Roma

Clube vai impor redução nos contratos de Dybala e Pellegrini

A Roma está a impor um teto salarial rigoroso para a próxima temporada, numa tentativa de controlar as suas finanças, e as renovações dos contratos de Paulo Dybala e Lorenzo Pellegrini dependem da aceitação de cortes salariais significativos.

Segundo relatos de Itália, a rejeição deste cenário vai traduzir-se na saída dos jogadores.

O objetivo da direção dos giallorossi é que o custo salarial total não exceda 60 por cento das receitas do clube. Esta estratégia leva a novas condições para as duas estrelas da equipa, uma vez que as negociações para a sua permanência só começarão se aceitarem vencimentos que não ultrapassem os 4 milhões de euros anuais.

Atualmente, os rendimentos anuais de Pellegrini rondam os 7 milhões de euros, incluindo bónus, enquanto Dybala recebe cerca de 8,5 milhões. O ajustamento dos contratos de ambos é considerado essencial para o cumprimento do plano financeiro, especialmente porque a equipa permanece fora das receitas da UEFA Champions League.

A mesma política de cortes afeta outros jogadores. Zeki Celik, cujo contrato também termina, estará a exigir quase o dobro dos seus atuais 2 milhões de euros. Em sentido contrário, Stephan El Shaarawy parece disposto a aceitar uma redução superior a 50 por cento para continuar a sua carreira na capital italiana.

Sobre o futuro de Dybala e Pellegrini, Gasperini foi claro: «Acredito que estes dois jogadores já falaram com a direção. Mas para a sobrevivência do clube temos de reduzir a folha salarial. Não é que a equipa não queira, mas tem de ser reduzida. Se houver acordo, ótimo. Caso contrário, separaremos os caminhos.»