Chelsea: Pedro Neto em dúvida para duelo com Wolverhampton
Liam Rosenior, treinador do Chelsea, falou antes da deslocação de sábado dos blues ao terreno do Wolverhampton, que continua na cauda da tabela da Premier League. Depois de ter perdido contra o Arsenal na meias-finais da Taça da Liga, o Chelsea procura a quarta vitória consecutiva no campeonato.
Rosenior começou por atualizar o estado de Reece James e Pedro Neto e anunciou que Jamie Gittens está de fora com uma lesão de longa duração.
«Ainda não sei sobre o Reece e o Pedro. Hoje o treino foi dedicado à recuperação dos rapazes que jogaram na terça-feira. Amanhã vamos avaliá-los e depois tomaremos uma decisão. No caso do Jamie, a lesão parece ser mais longa. Tem uma rutura no tendão da coxa. Será uma grande perda para nós. É muito cedo para dizer quanto tempo estará ausente. Se Cole Palmer e Estevão estão prontos para jogar 90 minutos no fim de semana? Sim», referiu, em conferência de imprensa.
O treinador do Chelsea defendeu novamente a sua tática na segunda mão das meias-finais da Taça da Liga, que muitos consideraram cobarde, dado que os blues precisavam de procurar um golo para recuperar a desvantagem do primeiro jogo.
«O barulho não me surpreende de todo. Isso faz parte do trabalho de ser treinador do Chelsea. Se estivesse surpreendido com isso, não estaria preparado para esta função. O que as outras equipas fazem ou jogam não tem nada a ver comigo. O que as pessoas dizem fora do clube, o que pensam sobre a forma como as minhas equipas jogam, não importa para a tomada de decisões ou para o que eu penso que é certo para a equipa», atirou.
«Não seguimos em frente, por isso podemos sempre mudar e melhorar certas coisas que fazemos, mas ao mesmo tempo foi uma exibição muito sólida contra uma equipa que é muito boa em casa. Invertemos o rumo do jogo na segunda parte. O jogo podia facilmente ter-se virado a nosso favor. Estou desiludido por não termos avançado, mas agora estamos focados no Wolverhampton», acrescentou.
Rosenior comentou também um vídeo nas redes sociais que o mostrava a gritar com os jogadores do Arsenal para «ficarem na sua própria metade» do campo durante o aquecimento antes do jogo: «Não eram os jogadores. Quando se está a aquecer, nós temos a nossa metade e a outra equipa tem a sua. Nunca pedi à minha equipa ou aos treinadores para entrarem no território da outra equipa. Pensei que estavam a influenciar o nosso aquecimento. Pedi-lhes, talvez não de forma educada, para se afastarem. Não tenho problemas com ninguém no Arsenal. Simplesmente, naquele momento, não acho que tenha havido respeito pela minha equipa.»
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