Super Bowl: Bad Bunny revoluciona, Lady Gaga encanta... e até houve casamento
O Super Bowl é um dos eventos mais mediáticos do ano nos Estados Unidos e vai muito além do futebol americano. No final, os Seahawks venceram os Patriots e sagraram-se campeões, mas o espetáculo, como é habitual, esteve longe de esgotar-se no plano desportivo. E a garantia foi dada por Bad Bunny, que mesmo antes de entrar em cena já tinha dado que falar nos bastidores, perante as críticas de Donald Trump. O show continuou e deu que falar...
Bad Bunny's Full #SuperBowlLX HalfTime Show pic.twitter.com/2iI5dzkdB4
— celebsnapz (@celebsnapzx) February 9, 2026
«Mi nombre es Benito Antonio Martínez Ocasio»: foi assim que se apresentou, em espanhol, o cantor porto-riquenho que em maio atuará no Estádio da Luz, que trouxe a cultura latina para os palcos norte-americanos, mais concretamente para o Levi's Stadium, no intervalo do Super Bowl de 2026. E continuou na língua materna: «E se hoje estou aqui no Super Bowl 60 é porque nunca, nunca deixei de acreditar em mim e tu também deverias acreditar em ti, vales mais do que pensas.»
Tití Me Preguntó e Yo Perreo Sola animaram a festa, assim como Monaco. Mas também houve surpresas: Lady Gaga, com um vestido onde se via a flor nacional de Porto Rico, apareceu para dar luz verde a um... casamento, cantando Die with a Smile. Durante a atuação, houve a oficialização da união do casal, com Bad Bunny a assinar a certidão.
Também houve Ricky Martin, que deu voz a Lo Que Le Pasó a Hawaii, música do protagonista da noite, que noutra canção também de conotação política exibiu uma bandeira associada ao movimento independentista porto-riquenho. Num espetáculo dominado pela língua espanhola, Bad Bunny recorreu ao inglês no final, para dizer 'God Bless America', enumerando todos os países americanos.
A mensagem deixada nos Grammys também era visível atrás de si: «A única coisa mais poderosa do que o ódio é o amor» lia-se atrás.»