Mo Dauda (Foto: Portimonense)
Mo Dauda (Foto: Portimonense)

Situação preocupante motiva amostragem de cartão roxo em jogo da Liga 2

Jogador do Portimonense teve se sair de campo após perder os sentidos

O encontro entre Oliveirense e Portimonense da 28.ª jornada da Liga 2 ficou marcado por uma situação preocupante, a envolver Mo Dauda, jogador dos algarvios.

Aos 61’, o ganês levou com a bola em cheio na cabeça e perdeu os sentidos, sendo substituído por Welinton Júnior dois minutos depois, levando o Portimonense a recorrer ao cartão roxo, que nestes casos permite à equipa manter o número de substituições regulamentares.

É raro o uso do cartão roxo, e não o azul, sendo que este também permitiu que a Oliveirense realizasse mais uma substituição, mas nenhuma equipa acabou por tirar proveito disto.

O cartão roxo é uma medida médica para gerir substituições provocadas por concussões cerebrais, e que foi introduzida em 2025. Não é mostrado pelo árbitro, mas sim pelo delegado da equipa, quando um jogador sofre um traumatismo craniano grave e é substituído por isso mesmo, permitindo uma substituição extra a cada equipa.

O artigo 4.º do Regulamento das Competições da Liga – «Procedimento em caso de substituição por concussão» – determina que seja mostrado um cartão de cor roxa por parte do delegado ao jogo para que se saiba que o jogador saiu por lesão e que, assim, haverá mais uma substituição.