Ricardo Horta está recuperado de lesão e caminha a passos largos para readquirir a influência que tem na equipa do SC Braga
Ricardo Horta está recuperado de lesão e caminha a passos largos para readquirir a influência que tem na equipa do SC Braga

SC Braga: para a exigência do calendário... o regresso da referência

Ricardo Horta voltou à competição um mês depois de ter contraído lesão muscular na coxa direita. Somou minutos com o Estoril e já olha à titularidade. Vêm aí jogos importantes

Áustria Viena (2-0 e 0-0), em jogos relativos ao play-off de acesso à fase de liga da UEFA Conference League, Vitória de Guimarães (1-0), Alverca (2-1) e Estrela da Amadora (1-2), nas 4.ª. 5.ª e 3.ª jornadas do campeonato, respetivamente. Foram estes os jogos que Ricardo Horta falhou depois de, no passado dia 19 de agosto, o SC Braga ter anunciado que o internacional português tinha sofrido uma lesão muscular na perna direita.

Para trás, refira-se, já ficara o (habitual) lastro de Ricardo Horta: cinco partidas realizadas (sempre como titular) e três golos marcados.

Ultrapassada o período de paragem, Ricardo Horta voltou aos relvados na passada segunda-feira, tendo cumprido sensivelmente meia hora na receção ao Estoril (1-0), por ocasião da 6.ª ronda da Liga. «Já queria voltar, este bichinho da competição deixa-me sempre impaciente. Mas, felizmente, voltei, senti-me bem e espero ter ajudado a equipa nesta vitória», afirmou, nas entrevistas rápidas da Sport TV.

E se depois da tempestade vem sempre a bonança, então Ricardo Horta configura-se como suprema alternativa para Carlos Vicens tendo em vista os próximos desafios, sendo que alguns deles são mesmo de elevado grau de exigência.

No que ao campeonato diz respeito, os guerreiros vão defrontar Santa Clara (fora) e Sporting (casa), seguindo-se dois encontros da Liga Conferência: Copenhaga (fora) e Gent (casa). Depois disso, voltaram as emoções das competições internas, com a deslocação ao reduto do Nacional e a receção ao Famalicão, nos quartos de final da Allianz Cup.

Em condições normais, Ricardo Horta... joga. E não é pelo estatuto: é pela influência superlativa do 21.

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