Rui Borges até à Champions numa dança de nomes no Sporting
A derrota do Sporting na Liga com o Académico de Viseu (1-2) no domingo precipitou o prazo de validade de Rui Borges como treinador dos verdes e brancos, que nem a vitória na terça-feira com o Marítimo na Taça da Liga (2-1) evita nem mesmo novo triunfo no jogo de hoje com o Casa Pia, na jornada 10 do campeonato. Cenário de três pontos em Rio Maior com os gansos adia apenas a mudança de treinador, leva o transmontano até ao jogo da UEFA Champions League com o Shakhtar (terça-feira em Londres), não evita saída em andamento.
Ou seja, derrota no encontro de hoje deve precipitar ainda mais o cenário de fim de linha, obrigando os leões a acelerar um processo já em marcha há alguns dias. Os nomes de possíveis treinadores começam a surgir e a alargar mais o leque além daqueles que eram os mais desejados, Abel Ferreira e Leonardo Jardim, ambos no Brasil e sob contratos com Palmeiras e Flamengo.
De França surge o nome Paulo Fonseca, com ligação ao Lyon; de terras britânicas os de César Peixoto e de Vítor Matos, atualmente no Wolverhampton e no Swansea, ambos a lutar pela subida à Premier League.
A administração sportinguista está então no terreno a acelerar a mudança da equipa técnica. A atual tem hoje mais uma final, com vitória a mantê-la até, pelo menos, à Europa.
Depois do Shakhtar e antes da paragem competitiva de clubes para os jogos das seleções nacionais há ainda jogo com o Moreirense em Alvalade.