A etapa entre Melgaço e Fafe foi anulada e os companheiros da equipa de Finlay Tarling terminaram-na à frente do pelotão (Nuno Veiga/LUSA)
A etapa entre Melgaço e Fafe foi anulada e os companheiros da equipa de Finlay Tarling terminaram-na à frente do pelotão (Nuno Veiga/LUSA)

Ezequiel Mosquera: «É muito difícil de controlar um estádio de 1300 km de extensão»

Diretor da Volta a Portugal referiu-se à morte do jovem ciclista Finlay Tarling na 8.ª etapa, como acontecimento «dramático como organizador, como ex-ciclista e como pai de família»

A morte de Finlay Tarling, ciclista britânico de 19 anos da NSN Development, durante a oitava etapa da Volta a Portugal, marcou de forma trágica a corrida. Ezequiel Mosquera, diretor da prova, profunda dor.

«É um dia dramático, que podia ter sido um dia feliz, com todo este público, toda esta gente a incentivar os ciclistas ao longo da etapa, exemplarmente. É um dia dramático como organizador, é um dia dramático como ex-ciclista, é um dia dramático como pai de família…», afirmou Mosquera.

O diretor da Volta a Portugal reconheceu a dureza do momento e sublinhou a natureza de risco inerente ao ciclismo, destacando simultaneamente os esforços desenvolvidos pela organização para garantir a segurança dos corredores.

«Não tenho como expressar este sentimento do que como uma profunda dor. O ciclismo é um desporto de risco, somos conscientes que é um desporto de risco, é muito difícil de controlar um estádio de 1300 km de extensão, mas contamos sempre com os melhores para reforçar a segurança ao máximo, uma equipa de forças de segurança do Estado que é exemplar», explicou.

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