Brandon Slater no ataque ao cesto no encontro contra o Prievidza, na Luz       Fotografia FIBA
Brandon Slater no ataque ao cesto no encontro contra o Prievidza, na Luz Fotografia FIBA

Brandon Slater projeta receção do Benfica ao Lions

Extremo das águias alerta para a fisicalidade do conjunto do Azerbaijão e pede intensidade máxima durante 40 minutos para o encontro desta quarta-feira para a 5.ª jornada da Taça Europa

Um dos cinco reforços que ingressaram no Benfica esta temporada e com os quais o treinador Ainars Bagatskis, também ele uma cara nova na Luz, conta desde o início, Brandon Slater falou no final do treino que antecede a receção das águias (3 v-1 d) ao Landau Lions, marcada para esta quarta-feira (19h00), a contar para a 5.ª jornada do Grupo G da Taça Europa. O extremo abordou o que espera e conhece sobre a equipa do Azerbaijão, que soma apenas uma vitória na prova.

«Esta é uma equipa temível, tem alguns jogadores bastante bons, é muito bem orientada e são físicos, jogam duro. Vai ser um bom encontro, no qual teremos de manter a intensidade para tentar terminar com uma vitória», começou por afirmar Slater, em perfeita sintonia com a linha tática traçada por Bagatskis.

E o Lions gosta de jogar duro em transição, dentro da área pintada, fora? Como é que aplicam essa intensidade? «Jogam duro o tempo todo», respondeu de imediato o extremo, de 27 anos. «Pressionam, jogam num ritmo rápido no ataque e têm bases realmente talentosos, assim como homens grandes e extremos igualmente de muito valor. São uma equipa bem treinada que atua duro o tempo todo», reforçou o norte-americano.

E como tem sido poder jogar na Taça Europa quando vem do campeonato nacional? «É muito bom. Jogar basquetebol universitário é incrível. Tive a sorte de ter chegado à Final Four [da NCAA, pela universidade de Villanova], algo a que pouca gente tem acesso, e depois vir para aqui é todo um outro nível de basquetebol. Temos de ser capazes de nos preparar e ajustar. Acho que essas são as duas maiores coisas que acontecem quando se passa para o basquete internacional», disse Brandon, que antes de chegar a Portugal ainda passou pelos Maine Celtics, formação da G League onde Neemias Queta também atuou na primeira época ao serviço dos Boston Celtics, assim como nos gregos do Lavrio e nos australianos do Knox Raiders.

E neste momento, qual é que pensa que tem de ser o próximo passo para o Benfica continuar a evoluir? O entrosamento, melhorar a transição, o lançamento exterior? «Acho que temos apenas de ir melhorando. Conseguir aplicar o basquete do Benfica 40 minutos, pois penso que somos uma equipa talentosa, bem treinada e que luta. Apenas temos de nos ir conhecendo mais uns aos outros para crescermos juntos», concluiu Brandon Slater.

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