As notas do Tondela: um 'ônibus' estacionado à frente da baliza
Aiko e Bebeto foram os primeiros a suscitar interesse do lado do Tondela, com futebol rendilhado e veloz do primeiro, e objetivo e intencional do segundo, materizalizado num belo cruzamento que fez Trubin levantar voo. Aiko, aliás, não deu descanso a Banjaqui na primeira parte. Maviram, por outro lado, começou por virar Barreiro e Prestianni, aplicando dureza a mais no seu jogo e arriscando o amarelo, mas acalmou e revelar-se ia importante na consolidação de um setor que contou com grande generosidade de Medina e Christian Marques. Que corte de Medina aos 10’! Desarme milimétrico a Pavlidis, quando o grego ia isolado para a baliza. Bebeto foi ingénuo na forma como defendeu Barreiro e teve sorte na reversão do penálti. Foi falta… de noção a defender. Mais tarde seria sancionado por falta sobre Sudakov, que também não cometeu. Neste caso estava totalmente inocente, com a marcação bem feita. Rodrigo Conceição foi ajudande de qualidade, correndo muitas vezes para trás, e Jordy foi a luz de esperança, mas acertou no poste esquerdo de Trubin. Aquele belo calcanhar merecia ser feliz.
As notas dos jogadores do Tondela: Bernardo Fontes (8), Bebeto (5), Christian Marques (6), Brayan Medina (6), Maviram (6), Yaya Sithole (5), Cícero (5), Rodrigo Conceição (5), Joe Hodge (5), Makan Aiko (6), Jordan Pefok (6), Tiago Manso (5), Pedro Maranhão (5) e João Afonso (-).
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