As notas do Rio Ave: muito trabalho na zona Miszta
Nelson Abbey foi o primeiro a sobressair, quando evitou, bem perto da linha de baliza, o golo de Pavlidis logo ao minuto 7, mas também tinha sido ele a dar origem à situação com um alívio falhado. O mesmo Abbey intercetou bola disparada por Dedic aos 11’. Nunca teria paz no jogo. Petrasso sacou com eficácia uma bola que estava quase, quase dentro da baliza e foi o melhor dos centrais. Aguilera foi mole na marcação a Barreiro e pagou o preço. Nikos Athanasiou jogou a bola com a mão na área e foi feliz, pois a decisão de penálti foi revertida pelo VAR. Aos 25’, porém, o caos continuava e Ntoi fez autogolo. O mesmo Ntoi que conseguiu, aos 40’, finalmente, levar o perigo até à baliza de Trubin, com remate a raspar o poste direito. Ao minuto 33’ surgiu Clayton, ele mesmo, com uma cabeçada fraquinha, sem perigo, fácil para Trubin. Ainda marcou um golo, então com bom remate, mas estava em fora de jogo. André Luiz, o alvo de todos os olhares, um dos grandes interesses do jogo (e do Benfica), desiludiu, pois esteve sempre muito só, muito longe da baliza, muito individualista.
As notas do Rio Ave: Miszta (6), Petrasso (5), Brabec (4), Nelson Abbey (4), João Tomé (4), Ntoi (4), Aguilera (4), Athanasiou (4), André Luiz (4), Clayton (4), Spikic (4), Papakanellos (4), Nikitscher (4), Olinho (4), Diogo Bezerra (-) e Liavas (-).