Congoleses afastaram a Jamaica e são um dos adversários de Portugal na fase de grupos. Bolasie representou a RD Congo até 2022, tendo acumulado um total de 52 internacionalizações e apontado nove golos

Adversário de Portugal no Mundial põe em marcha plano ambicioso

RD Congo, de regresso a um Mundial depois de um jejum de 52 anos, quer convencer vários jogadores com dupla nacionalidade a representar os leopardos

A Federação Congolesa de Futebol (FECOFA) está empenhada em convencer vários jogadores com dupla nacionalidade a representar os leopardos. A República Democrática do Congo garantiu o apuramento para o Campeonato do Mundo ao vencer a Jamaica no play-off, pondo fim a um jejum de 52 anos sem participar na competição, e irá defrontar Portugal no arranque da fase de grupos da prova. A última presença da equipa congolesa num Mundial remonta a 1974.

Nos bastidores, de acordo com o Foot Mercato, a RD Congo já iniciou conversações com figuras conhecidas, como o lateral do Brest e antigo internacional esperança francês, Bradley Locko. Na mesma situação encontram-se Jordy Makengo, do Friburgo, e Antoni Milambo, do Brentford.

A lista de alvos da federação da RD Congo é extensa e ambiciosa. Esperam-se desenvolvimentos em breve relativamente a Arnaud Kalimuendo e Dilane Bakwa, ambos transferidos para o Nottingham Forest no último verão, com o primeiro a estar atualmente emprestado ao Eintracht Frankfurt. O guarda-redes do Paris FC, Obed Nkambadio, e o médio do Lorient, Jean-Victor Makengo, também estão a ser seguidos de perto.

Outros jogadores que fazem parte dos planos da federação congolesa incluem Marc Bola (Watford), Samuel Mbangula (Werder Bremen, ex-Juventus), Alonzo Engwanda (Utrecht), Anthony Musaba (Fenerbahçe) e Ezechiel Banzuzi (Leipzig), demonstrando um claro esforço para fortalecer a seleção a longo prazo para os próximos torneios internacionais.

No Mundial deste ano, que terá lugar nos Estados Unidos, México e Canadá, a seleção da RD Congo integrará o Grupo K, com Portugal, Colômbia e Uzbequistão.