A nova asa traseira da Ferrari cumpre as regras?
A Federação Internacional do Automóvel (FIA) emitiu uma decisão inicial sobre a legalidade do design radical da asa traseira da Ferrari, que foi utilizada pela primeira vez na quinta-feira durante os testes de Fórmula 1.
Durante cinco voltas à pista, antes de surgirem problemas técnicos no monolugar SF-26, Lewis Hamilton demonstrou o design único da asa traseira. Neste, o elemento móvel para aerodinâmica ativa gira 270 graus para abrir.
You spin me right round! 😵💫
— Formula 1 (@F1) February 19, 2026
Here's Ferrari's innovative solution to moving the upper flap of the rear wing as part of this season's active aero introduction 👀 #F1 #F1Testing pic.twitter.com/yY0ZcI1Kph
Quando ativada, a asa cria efetivamente sustentação, semelhante a uma asa de avião, o que ajuda a reduzir ainda mais a resistência do ar e a aumentar a velocidade máxima.
Comentando o novo design, o diretor técnico de monolugares da FIA, Nikolas Tombazis, explicou a liberdade concedida às equipas nesta área e deu uma avaliação positiva sobre a legalidade do design.
«No geral, encorajamos soluções que reduzam a resistência do ar», afirmou Tombazis, citado pelo RacingNews365. «É por isso que as regras do DRS do ano passado, que limitavam o tamanho da abertura do elemento móvel, não foram mantidas para este ano. O objetivo é dar mais liberdade e acreditamos que a solução da Ferrari está dentro das regras», completou.