Villas-Boas: «Que os reforços percebam rapidamente aquilo que significa representar o FC Porto»
André Villas-Boas considera que a época de 2025/26 foi «um ano especial na história do FC Porto», que «devolveu» aos dragões «a ânsia de vencer». É este, aliás, o título do habitual editorial que publica na revista Dragões.
O presidente azul e branco recordou, além do campeonato, o pleno da formação, assim como os bons resultados da equipa B e no futebol feminino, e ainda alguns nas modalidades.
«Isto não é acaso. Não é sorte. Não é circunstância. É trabalho. É método. É critério. É uma visão clara sobre o que queremos para o futebol do FC Porto: vencer hoje, formar melhor para amanhã e construir uma estrutura que sustente o futuro», escreveu.
Fazendo questão de elogiar todos os treinadores campeões, Villas-Boas destacou o papel de Francesco Farioli: «Liderou com método, coragem e uma exigência profundamente identificada com aquilo que é o FC Porto. Percebeu rapidamente o clube, agregou o grupo, potenciou talento e devolveu-nos ao lugar que a nossa história exige.»
Também os dirigentes e administradores portistas mereceram um «agradecimento profundo»: «Nada do que construímos este ano teria sido possível sem lealdade, competência, coragem e sentido de missão. Houve decisões difíceis, horas longas, momentos de pressão e uma exigência permanente principalmente depois de uma época frustrante como foi a época de 2024/2025. Mas houve, acima de tudo, uma estrutura unida em torno do mesmo objetivo: devolver o FC Porto ao caminho da vitória e colocá-lo na rota do título.»
Sobre a próxima época, André Villas-Boas deu as boas-vindas a André Silva, João Afonso e Eirik Granaas, «reforços que chegam a uma casa exigente, vencedora e consciente do peso da sua história». «Que percebam rapidamente aquilo que significa representar o FC Porto: talento é importante, mas compromisso, trabalho e respeito pelo símbolo são indispensáveis», acrescentou.
Para terminar, o presidente constatou que «o FC Porto volta a ser aquilo que sempre foi: uma força difícil de travar», mas sublinhou que «a ânsia de vencer não nos permite adormecer» na próxima época.
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