Vasco Matos entre o «secretismo» e o desejo de que «chegue mais alguém»
Na antevisão à deslocação deste domingo à Madeira, onde o Estoril defronta o Nacional às 15h30, Vasco Matos deixou claro que os canarinhos não vão mudar de pele na Choupana. Apesar de reconhecer os perigos de um adversário «muito agressivo e competitivo», o técnico quer uma equipa audaz, focada na sua própria identidade nesta 2.ª jornada da Liga Portugal.
«A nossa ideia vai ser igual em todos os campos. Queremos ser extremamente competitivos e impor a nossa ideia de jogo. Obviamente que temos de estar preparados para os vários momentos, com e sem bola, ser uma equipa muito compacta e agressiva quando não temos a posse, e depois pôr em prática a nossa organização», vincou o técnico do Estoril.
Apesar de ser um início de época envolto em algum «secretismo» e de incertezas táticas de parte a parte, Vasco Matos prefere olhar para dentro: «Primeiro há que olhar muito para aquilo que é o nosso trabalho, para a nossa identidade e para o que estamos a construir. O Nacional é uma equipa que condiciona muito o adversário, forte nos duelos, mas a equipa tem tido uma evolução muito positiva e temos de continuar focados no nosso processo.»
Garantindo que o objetivo passa por repetições do bom futebol exibido frente ao Famalicão — «uma equipa com bola e capacidade para procurar os espaços» —, o técnico perspetiva «um bom espetáculo» na Madeira. No capítulo das novidades, Vasco Matos confirmou que o reforço Ozturk «já está disponível», enquanto a situação de Olausson ainda será avaliada até à hora do jogo.
Quanto a mais mercado, o técnico assumiu que o clube continua a trabalhar para que «chegue mais alguém».