«Temos de ter mais intensidade e energia em Alvalade!», analisa Daniel Bragança
-Após esta derrota, estão já a olhar para o jogo da próxima terça-feira, para tentar inverter este 0-3?
- Sim, temos outro jogo para fazer e há que começar já a pensar e a preparar o jogo de Alvalade. Ver o que não correu bem e analisar este jogo da melhor maneira para perceber o que é que correu mal para sairmos da Noruega com este resultado um bocadinho pesado para corrigir e tentar melhorar o jogo da segunda mão. Queremos, pelo menos, igualar o resultado que o Bodo fez para levar o jogo para prolongamento ou mesmo tentar fazer a reviravolta. Vamos tentar, mas é claro que dificultámos um bocadinho a nossa vida. Mas ainda há 90 minutos por jogar. Importante é tentar ver o que é que correu mal e, sobretudo, entrar com maior energia, pois vai ser esse o próximo jogo.
- Falou em energia e o treinador, na análise ao jogo, falou que, para bater o Bodo, é preciso jogar no limite e sempre com grande intensidade. Sentiram que os níveis de energia estavam mesmo em baixo?
- Não sei. Não sei se eles estão mais fortes no aspecto físico ou se neste jogo foram mais fortes. A verdade é que neste jogo eles foram mais fortes, tiveram mais intensidade, jogaram melhor e marcaram três golos. Essa é a realidade. E nós não conseguimos fazê-lo. Mas, como disse, vamos tentar melhorar no jogo de Alvalade.
- Mas em termos de frescura física como se sente o plantel, porque Rui Borges já falou sobre isso no final do jogo em Braga e agora voltou a falar da falta de atitude competitiva ligada à falta de frescura física. Como é que vocês se sentem?
- Tenho a certeza que os jogadores se sentem a 100%. Isso não é desculpa. Não existem desculpas. Há que assumir aquilo que aconteceu aqui. Há jogos assim. É o que é. Vamos tentar melhorar e, sobretudo, entrar com mais intensidade e com mais energia. Os jogadores estão bem, não é por aí. Hoje correu mal e vamos tentar melhorar.
- No seu caso, acha que devia ter mais minutos? Está confiante e fisicamente bem para ter mais minutos?
- Estou aqui para jogar o que o mister quiser: 10 minutos, 45 ou 90. Estou aqui para ajudar o Sporting e para ajudar o grupo.O mister é que decide e sempre será assim.
-Como um dos capitães da equipa, que tem para dizer aos seus colegas depois desta prestação?
- Agora é difícil pensar no que é que poderemos dizer ou não. Estamos numa fase complicada depois do jogo e ainda um bocadinho frustrados com aquilo que aconteceu. É difícil pensar. Temos que recuperar fisicamente e mentalmente e depois analisamos o que é que poderemos dizer ou não.