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Saída de Vladimir Petkovic da Argélia gera braço de ferro financeiro
A Federação Argelina de Futebol (FAF) pretende despedir o selecionador Vladimir Petkovic, mas enfrenta um obstáculo financeiro significativo: o técnico suíço exige uma indemnização de 5 milhões de euros para aceitar a rescisão do seu contrato.
A decisão de afastar o treinador de 62 anos surge após a eliminação da Argélia nos oitavos de final do Mundial de 2026, com uma derrota por 0-2 diante da Suíça. A prestação da equipa foi amplamente considerada dececionante, com a crítica a apontar falhas no setor defensivo e nas opções para a baliza, como a aposta em Luca Zidane. A perceção geral é de que a seleção não evoluiu desde que Petkovic assumiu o comando em 2024.
Curiosamente, a FAF tinha renovado o contrato do selecionador até 2028 poucos dias antes do início do Campeonato do Mundo, numa tentativa de assegurar estabilidade ao projeto. No entanto, a situação mudou por completo em apenas um mês.
O impasse reside agora nos valores da compensação. De acordo com portais internacionais, Vladimir Petkovic reclama a totalidade do seu contrato revalorizado. Em contrapartida, a federação argelina argumenta que existe uma cláusula que prevê uma rescisão amigável com o pagamento de apenas dois meses de salário, um valor que rondaria os 320 mil euros.
Perante a falta de acordo, Petkovic ameaça levar o caso à FIFA, o que poderá resultar numa prolongada batalha legal. Este conflito irá, inevitavelmente, atrasar a escolha e nomeação de um novo treinador para a seleção da Argélia.
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