Rio Ave: revolução devolveu Caravela ao caminho pontos
Depois de dois jogos desastrosos, em que foi goleado — Sporting (0-4) e Santa Clara (0-4) —, o Rio Ave voltou aos pontos no encontro desta segunda-feira com o Estrela da Amadora (2-2).
Sotiris Silaidopoulos fez cinco alterações (e meia) na equipa e os rioavistas, que até estiveram três vezes em desvantagem, mostraram mesmo outra atitude.
Em relação à partida anterior, diante dos açorianos, o treinador grego lançou ao onze João Tomé, Pedro Amaral, Miguel Patrício e Sebastian Clemmensen e Simón García — curiosamente foi a primeira titularidade de todos estes jogadores, e no caso do último tratou-se de uma estreia absoluta com a listada verde e branca.
A meia mudança a que nos referimos foi a passagem de Blesa (que habitualmente joga nas costas do ponta de lança) para a posição mais adiantada e central do ataque.
Da equipa, em sentido contrário, saíram Geogios Liavas, Gustavo Mancha, Dario Spikic, Vrousai e Tamble Monteiro. Destes só os últimos dois entraram (no decorrer da segunda parte) na partida com os tricolores.
A revolução surtiu efeito, não só pelo regresso aos golos — e logo em dose tripla —, mas, principalmente, pela reação da equipa aos golos sofridos. O conjunto da Caravela conseguiu marcar — o que não acontecia desde o duelo com o Estoril (2-0), há três jornadas — sempre depois de sofrer.