Miguel Patrício foi uma das novidades do onze rioavista - Foto: JOSÉ COELHO/LUSA
Miguel Patrício foi uma das novidades do onze rioavista - Foto: JOSÉ COELHO/LUSA
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Rio Ave: revolução devolveu Caravela ao caminho pontos

Sotiris Silaidopoulos mudou meia equipa contra o Estrela da Amadora e a atitude foi outra

Depois de dois jogos desastrosos, em que foi goleado — Sporting (0-4) e Santa Clara (0-4) —, o Rio Ave voltou aos pontos no encontro desta segunda-feira com o Estrela da Amadora (2-2).

Sotiris Silaidopoulos fez cinco alterações (e meia) na equipa e os rioavistas, que até estiveram três vezes em desvantagem, mostraram mesmo outra atitude.

Em relação à partida anterior, diante dos açorianos, o treinador grego lançou ao onze João Tomé, Pedro Amaral, Miguel Patrício e Sebastian Clemmensen e Simón García — curiosamente foi a primeira titularidade de todos estes jogadores, e no caso do último tratou-se de uma estreia absoluta com a listada verde e branca.

A meia mudança a que nos referimos foi a passagem de Blesa (que habitualmente joga nas costas do ponta de lança) para a posição mais adiantada e central do ataque.

Da equipa, em sentido contrário, saíram Geogios Liavas, Gustavo Mancha, Dario Spikic, Vrousai e Tamble Monteiro. Destes só os últimos dois entraram (no decorrer da segunda parte) na partida com os tricolores.

A revolução surtiu efeito, não só pelo regresso aos golos — e logo em dose tripla —, mas, principalmente, pela reação da equipa aos golos sofridos. O conjunto da Caravela conseguiu marcar — o que não acontecia desde o duelo com o Estoril (2-0), há três jornadas — sempre depois de sofrer.

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