Hojlund marcou 10 golos em 52 jogos na temporada passada (Imago) - Foto: IMAGO

Recado para Amorim: «O plano é ficar e lutar pelo meu lugar no Man. United»

Rasmus Hojlund afirma que «poderia ter contado com alguma ajuda» no ataque dos 'red devils' nas temporadas anteriores e que está «mais do que pronto» para mais competição pela titularidade

Rasmus Hojlund foi protagonista na vitória do Manchester United por 4-1 sobre o Bournemouth, no âmbito da Premier League Summer Series. O avançado dinamarquês marcou um dos golos e teve outro anulado, respondendo assim aos rumores que envolvem a contratação iminente de Benjamin Sesko, do Leipzig, apontado como prioridade dos red devils para reforçar o ataque.

Após 48 horas de intensa especulação sobre a busca do United por um novo ponta de lança, Hojlund quis deixar uma mensagem clara. O jogador de 22 anos dirigiu-se propositadamente aos jornalistas após o jogo para garantir que não tem intenções de sair. «O meu plano é muito claro. É ficar e lutar pelo meu lugar, aconteça o que acontecer», afirmou.

«A competição não me assusta. Isso motiva-me. Estou mais do que preparado. Estou em boa forma, por isso dou as boas-vindas a tudo o que vier», continuou. Na última época, o internacional dinamarquês marcou 10 golos em 52 jogos, numa campanha dececionante do United na Premier League, que terminou no 15.º lugar.

Hojlund defendeu-se das críticas, recordando o contexto da sua chegada: «Quando cheguei, o Martial também cá estava, mas teve muitas lesões, por isso acabei por jogar muitos minutos. Não me vão dizer que eu não devia jogar, porque quero estar em campo sempre. Mas, claro, podia ter tido mais ajuda no início, para dividir um pouco o tempo de jogo.»

«Ainda sou muito jovem. As pessoas esquecem-se disso às vezes. Tenho apenas 22 anos. Nem todos os avançados marcam 100 golos até essa idade. Mas aprendi muito e acho que se nota no meu jogo. Estou a evoluir e a melhorar nos aspetos básicos.»

Sobre a última temporada, o ponta de lança não escondeu a frustração, mas acredita num futuro mais promissor: «A época passada foi difícil para todos nós. Devia ter feito melhor, todos sabem. Mas também é uma questão coletiva. Vamos ser melhores agora. Estamos a evoluir na direção certa e entusiasmados com o que aí vem.»

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