Louis Rees-Zam mantém a titularidade após o primeiro encontro face a Fiji

Os Lobos do costume versus novos Dragões Vermelhos

Portugal sofre com Gales, em 1994, a pior derrota da história, mas os tempos são agora outros

Antes do Portugal-País de Gales de hoje, para a história há a registar um só confronto entre as duas seleções. Foi em maio de 1994, no Estádio Universitário de Lisboa. Portugal registou a sua maior derrota até hoje: 102-11 (17 ensaios sofridos) num encontro de qualificação europeia para o Campeonato do Mundo da África do Sul-1995. Em sentido inverso, o País de Gales alcançou a maior vitória e, pela primeira vez, ultrapassou a barreira dos 100 pontos. 

Para a tarde de sábado, com previsão de chuva, o selecionador Patrice Lagisquet aposta em 19 dos 23 jogadores que estiveram no torneio de apuramento. Praticamente na máxima força pois há uma só baixa a registar: José Madeira, que deu lugar a Tribault Freitas, nos 23 convocados, entrando Martim Bello para o XV titular. 

O técnico dos galeses Warren Gatland, por sua vez, operou uma revolução após a suada vitória diante as Ilhas Fiji por 32-26. Apresenta no XV inicial 13 novas caras, mantendo somente dois repetentes em campo: Taulupe Falatau e Louis Rees-Zam. 

Dan Biggar, é uma das grandes ausências do lado galês, mas Glatland afastou, de imediato, a ideia de estar a pensar no jogo com a Austrália, a 24 de setembro. 

«Temos de dar uma oportunidade a todos. Não estou a olhar para a frente, nem estou a pensar no jogo com a Austrália, equipa ou posições», garantiu Glatland após o anúncio dos 23 que defrontarão Portugal.