Jorge Jesus na apresentação enquanto selecionador de Portugal (Foto: A BOLA)
Jorge Jesus na apresentação enquanto selecionador de Portugal (Foto: A BOLA)

«Os jogadores têm de ter estatutos diferentes», diz Jorge Jesus

Selecionador nacional também comenta o quão próximo esteve de orientar o Brasil no Mundial 2026

Em entrevista ao Canal 11, Jorge Jesus explicou alguns dos métodos que vai implementar no balneário da Seleção de Portugal. Ao ser questionado sobre os estatutos que podem, ou devem, existir numa equipa, o selecionador foi perentório.

«Não só na seleção como também os clubes, os jogadores têm de ter estatutos diferentes. Têm de ter todos regras iguais, mas têm de ter estatutos diferentes e os jogadores têm de saber que há jogadores que são diferentes pelo seu passado, pela sua importância. Agora, as regras são iguais para todos», disparou.

«Tinha indicações para fazer uma pré-convocatória no Brasil»

Não é segredo que o Brasil tentou contratar Jorge Jesus para atacar o Mundial 2026, antes de fechar sim a contratação de Carlo Ancelotti para o cargo. A seleção brasileira acabou por cair nos oitavos de final para a Noruega e somar uma nova desilusão no Campeonato do Mundo, que o técnico português também comentou.

«O Brasil tem sempre grandes jogadores, mas depois não conseguem ser campeões. Posso confessar isto, acabei por não ir treinar a seleção do Brasil, mas já tinha indicações para fazer a pré-convocatória da seleção do Brasil para um jogo depois de, em março, terem perdido por 1-4 com a Argentina», disse Jesus, que falava de março de 2025, quando o Brasil, com Dorival Júnior no banco, foi goleado na Argentina.

Por fim, Jesus disse que faria algumas alterações à convocatória de Carlo Ancelotti: «Claro que o faria num ou noutro jogador, acho que neste momento o melhor ponta de lança do futebol brasileiro é o Pedro, que foi meu jogador no Flamengo. Depois, o cunho pessoal, isso é que é a diferença de cada treinador.»

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