Rafa Márquez - Foto: IMAGO

Oficial: Rafa Márquez assume México após o Mundial

Andrés Guardado será o adjunto.

O destino da seleção mexicana está traçado e a aposta é na prata da casa. Rafael Márquez, o eterno Kaiser de Michoacán, foi confirmado como o próximo selecionador nacional. O antigo capitão assumirá o comando principal da equipa logo após o Campeonato do Mundo de 2026, com um contrato válido até ao Mundial de 2030.

A notícia foi avançada pelo diretor desportivo Duilio Davino, que detalhou o plano da sucessão. Atualmente, Márquez desempenha as funções de adjunto de Javier Aguirre, mas o seu papel será de transição direta para a liderança máxima do banco do El Tri.

Uma equipa técnica de lendas

Rafa Márquez não estará sozinho neste desafio de longa duração. A federação mexicana desenhou uma estrutura técnica composta por nomes que marcaram a história recente do futebol do país. Andrés Guardado, outra figura icónica da seleção, será o braço direito de Márquez como adjunto.

Para o treino dos guarda-redes, o escolhido foi Alfredo Talavera, um dos guardiões mais respeitados do México. A fechar o núcleo duro da equipa técnica está Vidal Paloma, que já tinha trabalhado com Márquez durante a sua passagem pelo Barça Atlétic, garantindo assim uma base de confiança e conhecimento mútuo.

A herança do 'Kaiser'

Esta decisão reflete uma estratégia de continuidade e identidade. Rafa Márquez é uma das figuras mais respeitadas do futebol mundial, com uma carreira de sucesso no Barcelona, e a sua promoção a selecionador principal é vista como um passo natural para modernizar o futebol mexicano.

Segundo informações recolhidas junto de fontes oficiais da federação e confirmadas pela agência Lusa, o objetivo passa por dar estabilidade ao projeto nacional. Ao garantir Márquez até 2030, o México evita a instabilidade crónica no cargo de selecionador e foca-se num ciclo de quatro anos focado exclusivamente no rendimento desportivo.