A celebração de Mathias de Amorim - Foto: Estela Silva/Lusa
A celebração de Mathias de Amorim - Foto: Estela Silva/Lusa

Mathias de Amorim comandou a revolta (as notas do Famalicão)

Golo e assistência do médio determinantes para os minhotos conquistarem um ponto
O melhor em campo: Mathias de Amorim (7)

Inevitavelmente o rosto da reação famalicense na resposta aos dois golpes dos encarnados. O golo do médio, com desvio em Dedic, reacendeu a chama da equipa, e o passe de génio para o empate de Abubakar foi mais um momento de classe numa exibição de grande nível do camisola 14. Não espanta que meia Europa esteja de olho nele.

A lesão de Ibrahima Ba na véspera ditou a única alteração no onze famalicense, com a entrada de Leo Realpe para o eixo defensivo. O equatoriano teve uma tarde infeliz, que não se resumiu ao penálti cometido sobre Ivanovic, acumulando várias ações comprometedoras. Ainda assim, foi dele que nasceu o lance do golo de Mathias de Amorim.

Em contraste, De Haas confirmou por que é um dos centrais mais sólidos da Liga, ainda que integrado numa defesa constantemente exposta por Schjelderup, que arrasou Rodrigo Pinheiro, e onde nem Rafa Soares conseguiu estabilidade. Após a expulsão de Otamendi, o jogo mudou por completo, emergindo a fibra de Van de Looi e a criatividade de Mathias de Amorim e Gustavo Sá — este último falhou um golo cantado, mas foi determinante na dinâmica ofensiva. Com Gil Dias e Elisor apagados, Abubakar e Beney foram chamados a aumentar a pressão, sendo o primeiro a restabelecer a igualdade e a empurrar o Benfica para trás. Rodrigo Pinheiro ainda atirou à trave, perto da redenção.

AS NOTAS DO FAMALICÃO: Carevic (5), Rodrigo Pinheiro (5), Realpe (4), De Haas (6), Rafa Soares (4), Mathias de Amorim (7), Van de Looi (7), Gil Dias (5), Gustavo Sá (6), Sorriso (7), Elisor (4), Abubakar (7), Roméo Beney (6) e Pedro Santos (5)

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