Marco Silva: «Nunca fechei portas a nada e sinto-me com a bateria cheia»
Em fim de contrato com o Fulham e apontado ao Benfica para suceder a José Mourinho, Marco Silva admitiu que a Premier League «é sempre uma prioridade». Ainda assim, o treinador português não fecha a porta a outros projetos.
«Olhando para cenários e projetos que poderão estar em cima da mesa, prefiro analisar no final da época com o clube e depois tomar decisões. A Premier League é sempre uma prioridade e não há que esconder. E, neste momento, é algo que está na minha mente, mas nunca conseguimos controlar tudo, não sabemos os projetos que poderemos ter ou não. Olhando para aquilo que são as hipóteses, uma proposta já pública de alguns meses do Fulham para renovar e outros possíveis projetos dentro deste campeonato. Aparentemente e neste momento é algo que se pode conjugar a continuar na Premier League», referiu, em declarações à DAZN.
Marco Silva elogiou a Premier League, mas admitiu poder treinar noutros campeonatos.
«A Premier League é um campeonato que não escondo que me preenche, onde acredito que todos os treinadores têm aquele objetivo de experimentar um dia. O objetivo sempre foi esse e não vou esconder que continua a ser. É um campeonato em que eu me sinto bem e em que gosto de estar. Naturalmente, com a ambição que tenho, é um campeonato em que quero ver a minha equipa a lutar por outras coisas e por algo mais e tem sido sempre esse o objetivo. Mas também nunca fechei portas a nada. Nunca disse que no campeonato A, B, C ou D não iria estar no futuro. Independente de controlar todas as decisões que possa tomar, o futuro está em aberto», assumiu, confessando que os rumores não o destabilizam.
«Damos a importância que queremos dar a algumas situações. O barulho e os rumores à volta de qualquer jogador ou treinador são tão grandes e se calhar 50 a 60 por cento são não estão sequer perto da verdade», apontou.
«Como treinador ainda me faltam bastantes coisas. Se serão concretizadas no Fulham, não consigo dar essa certeza. Independentemente dos 48 anos, sinto-me completamente com a bateria cheia para continuar a lutar por objetivos», completou.