Joana Marchão está de regresso às opções de Francisco Neto para o arranque da fase de qualificação de Portugal para o Mundial 2027. Foto: A BOLA

Joana Marchão: «Vai ser um jogo difícil, as pessoas que não se deixem enganar…»

Internacional portuguesa alerta para as dificuldades que poderão advir da Finlândia, um opositor «fisicamente forte»: Regressa às opções ao fim de cerca de oito meses e elogia jovens de «muita qualidade» que encontra no grupo de trabalho

As novidades na convocatória da Seleção Nacional feminina não se resumem às estreias de Pauleta, Daniela Areia Santos e Nádia Bravo, contemplando ainda o regresso de Joana Marchão, ausente das eleitas de Francisco Neto desde… o Europeu, disputado em junho do ano passado.

Quase oito meses após a sua última presença na equipa nacional, Joana Marchão aponta ao primeiro jogo de Portugal na fase de apuramento para o Mundial 2027, ante a Finlândia, e alerta para a dificuldade que poderá advir de uma seleção exigente e fisicamente poderosa.

«Vai ser um jogo difícil… As pessoas que não se deixem enganar pelo que temos vindo a fazer porque a Finlândia é uma equipa muito forte, fisicamente forte, já jogámos várias vezes contra elas. Infelizmente não temos um balanço positivo contra elas e o nosso objetivo é começar a virar um pouco essa balança, porque lá está, não basta dizer que somos melhores, temos de fazê-lo no campo», atirou a lateral.

Marchão, que representa o Servette, da Suíça, considera as nórdicas um perfil de adversário diferente do que a equipa portuguesa se encontra acostumada e, como tal, importará preparar com cautelas o primeiro opositor da jornada de arranque que contempla duas partidas em casa – à Finlândia, segue-se a Eslováquia, em Barcelos -, fator que a equipa das Quinas espera que possa contribuir para seis pontos de entrada no caminho para o próximo Mundial.

A esquerdina de 29 anos é das atletas mais experientes desta seleção e, no seu regresso, aponta à integração das mais jovens… como se nunca tivesse estado de fora. «O regresso tem sido muito bom, as meninas têm muita qualidade. Tem sido fantástico ver o trabalho que as seleções mais jovens têm feito porque certo é que estas meninas, quando aqui vêm, sentem-se preparadas e acho que o nosso grupo integra-as bem, fá-las sentir felizes aqui», exprimiu.