Guardiola toma decisão sobre o cargo de selecionador de Itália
Pep Guardiola rejeitou a proposta para assumir o comando técnico da seleção italiana, optando por manter o seu plano de fazer uma pausa na carreira.
A Federação Italiana de Futebol (FIGC) tentou convencer o treinador a liderar a equipa que falhou a qualificação para os últimos três Mundiais, e além de um salário avultado, terá oferecido ao catalão total liberdade para moldar o cargo conforme entendesse.
No entanto, após ponderar a proposta, o técnico de 55 anos informou a federação da sua intenção de prosseguir com o período sabático. Guardiola, que deixou o Manchester City em maio após uma década recheada de troféus, pretende aproveitar este tempo para descansar, viajar e dedicar-se mais à família.
Recorde-se que, no início da semana, o presidente da FIGC, Giovanni Malagò, confirmou a existência de conversações com o treinador, admitindo que poderiam ser abertas «exceções» relativamente ao seu salário.
A abordagem ao espanhol surgiu depois de a primeira opção da Itália, Carlo Ancelotti, ter sido descartada. Na quinta-feira, Paolo Maldini, revelou que Ancelotti foi o primeiro a ser contactado, mas o atual selecionador do Brasil comprometeu-se a permanecer no cargo.
Com a recusa de Guardiola, Andrea Pirlo, antigo internacional italiano e atual treinador do United FC, clube do Dubai, emerge como o principal candidato ao cargo. A confirmar-se, a sua missão será guiar a Itália num grupo da Liga das Nações que inclui França, Bélgica e Turquia, e, posteriormente, tentar a qualificação para o Euro 2028.