Gonçalo Ramos rendido ao Milan: «Era impossível dizer que não»
«Não sinto a pressão de ser o reforço mais caro», diz Gonçalo Ramos ao magazine da Europa League da UEFA, ele que custou 74 milhões de euros ao Milan; a pressão, para si, vem de outro lado, defende: «Claro que há pressão, mas acima de tudo, a pressão é a de representar um grande clube e de trazer títulos para o clube. Pressão maior do que essa não existe.»
O português foi atraído pela «grandeza do Milan». «É impossível dizer que não a um clube deste tamanho. Sentir que contavam comigo, isso para mim é uma das coisas mais importantes e motivou-me a vir para cá», acrescentou.
A pssagem do avançado pelo PSG fica marcada, sobretudo, pela conquistas de duas Champions League de forma consecutiva, mas também por se tornar no suplente com mais golos de sempre pelo clube de Paris.
«Esse era o meu papel lá, de certa forma. Não joguei muitas vezes a titular, acabei por sair muito como suplente e tive de abraçar o desafio dessa forma. Nunca ia baixar os braços por ser suplente e acabei por me mostrar o meu valor dessa forma.»
Mas, no Milan, Ramos quer escrever outra história. Para já, começou a titular, com a confiança inabalável de Ruben Amorim, que tem correspondido aos desejos do avançado.
«Adoro sentir-me importante», explica. «Sei que tenho capacidade para ajudar, não só com golos. Muitas vezes as pessoas só veem isso, mas quem joga, sabe que o futebol é muito mais do que isso e eu contribuo imenso para a equipa», concluiu.
Gonçalo Ramos reencontra o Benfica esta quarta-feira, no arranque da fase de liga da Europa League; esta época ainda marcou apenas um golo em quatro jogos pelos rossoneri.