Cruz Hewitt e as gémeas Federer debaixo dos holofotes no Open da Austrália. IMAGO
Cruz Hewitt e as gémeas Federer debaixo dos holofotes no Open da Austrália. IMAGO

Gémeas Federer roubam atenções no Open da Austrália (fotos)

No Open da Austrália, há um desfile de figuras conhecidas, mas durante o jogo de Jannik Sinner, duas adolescentes com apelido sonante chamaram a atenção. Ainda por cima, acompanhadas por mais um herdeiro do ténis

Sinner defrontou e venceu Eliot Spizzirri na terceira ronda do Open da Austrália, mas nem só na exibição do n.º 2 do Mundo estavam centradas as atenções em Melbourne Park, com muitas cabeças a virarem-se sucessivamente para as bancadas.

Duas jovens adolescentes, acompanhadas por um rapaz, chamavam a atenção e não é caso para menos. Eram as gémeas Myla e Charlene Federer, já com 16 anos, que assistiam atentamente ao encontro, numa rara aparição pública das filhas do suíço que venceu seis vezes o Open da Austrália.

Myla e Charlene, no entanto, não estavam sozinhas na bancada. Ao seu lado estava Cruz Hewitt, 17 anos, filho do antigo tenista de topo Leyton Hewitt. Cruz Hewitt seguiu os passos do pai, mas não conseguiu entrada para o torneio de singulares do Open da Austrália através da fase de qualificação, mas participou nos pares. Mas, tanto nos pares masculinos como nos pares mistos, Hewitt foi eliminado na primeira ronda. Já o pai, chegou à final em 2005.

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Myla e Charlene Federer

A mulher de Federer, Mirka Vavrinec, deu à luz as gémeas em 2009, apenas três semanas depois de o suíço ter conquistado o título de Wimbledon. Myla e Charlene acompanhavam o pai em muitos jogos quando eram mais novas, mas rapidamente se tornou claro que não queriam seguir a carreira no ténis. «Elas não acham emocionante quando estou a jogar. Tentamos levá-las para o campo, mas não creio que alguma vez as vejam no ténis», disse Federer numa entrevista quando Myla e Charlene ainda eram jovens.

Myla e Charlene também não aparecem muito em público. Por exemplo, as suas contas nas redes sociais são privadas e raramente são vistas em torneios internacionais. No entanto, Myla e Charlene decidiram visitar o Open da Austrália e não passaram despercebidas.