Gabriel Veron está emprestado pelo FC Porto ao Nacional - Foto: IMAGO

Gabriel Veron: «Famalicão? Vamos encarar como uma guerra!»

Extremo acredita na manutenção do Nacional na Liga. Admite que a situação é delicada, mas confia na qualidade da equipa. Vitória pessoal ter feito sete jogos seguidos

Gabriel Veron, extremo de 23 anos que está emprestado pelo FC Porto ao Nacional, está feliz na Madeira, onde tem jogado com regularidade, mas também «triste» com a posição «delicada» da equipa na classificação. Contudo, o brasileiro acredita que a manutenção na Liga será uma realidade para os madeirenses.

«Estamos a passar por uma situação delicada e sabemos que fomos nós que nos colocamos nela. E será juntos que vamos ter de sair dela. Infelizmente os resultados não estão a sair da forma que esperávamos e que trabalhamos para os ter. Mas a equipa continua confiante e a trabalhar para que eles possam aparecer. Acho que em muitos jogos fomos melhores que o nosso adversário. Temos de continuar a trabalhar e ver o que temos de melhorar e confiamos com a manutenção na Liga», expressou.

Gabriel Verão apontou ainda o que deverá ser feito para o Nacional atingir o objetivo: «Temos de nos juntar, unir mais do que nunca e conversar o que tem de ser conversado. E, mais do que falar, são as atitudes que temos de mostrar dentro de campo. Não vão ser outras pessoas que vão resolver isso, somos nós. Cada jogo agora vai ter de ser uma guerra e temos sempre de ir em busca da vitória, para nos mantermos na Liga»

Na ronda 27, o Nacional visita Famalicão. «Será encarado como uma guerra. Vamos trabalhar em busca dos três pontos, que é o mais importante. Sabemos que será um jogo muito difícil, contra uma equipa muito qualificada, mas também sabemos da qualidade da nossa equipa», referiu Gabriel Veron, sobre o encontro com os minhotos.

«Fiquei muito feliz por voltar a jogar. Há muito tempo que eu não fazia sete jogos seguidos. Comemoro cada passo como uma vitória para mim, pelo facto de eu me ter lesionado bastante e ter conseguido dar esta sequência, para mim foi muito bom. Mas fico triste com os resultados. Também sei que posso dar muito mais a nível individual, a nível coletivo estou ajudando de uma forma muito boa. Mas agora chegou o momento de poder fazer a diferença e poder buscar sempre o melhor para o Nacional», disse, sobre o momento que vive no clube madeirense.