Oskar Pietuszewski teve impacto imediato na estreia pelo FC Porto - Foto: Rogério Ferreira/KAPTA+
Oskar Pietuszewski teve impacto imediato na estreia pelo FC Porto - Foto: Rogério Ferreira/KAPTA+

FC Porto: Oskar Pietuszewski revela o aspeto que tem de melhorar

Extremo polaco de 17 anos falou ao canal de televisão Polsat Sport sobre a sua adaptação aos azuis e brancos

Aos 17 anos, Oskar Pietuszewski vive um período de adaptação no FC Porto, mas o jovem extremo polaco garante que o processo corre de forma positiva. Em declarações à televisão Polsat Sport, o jogador abordou com honestidade o ponto que terá de refinar no seu jogo — a decisão.

«Sempre tive dificuldade em tomar decisões. Às vezes, parecia que não sabia o que fazer. Agora, tento não me pressionar. Com o tempo, isso virá naturalmente. Quanto mais tempo passar em campo, melhor será a minha capacidade de decisão», afirmou o extremo.

No balneário do emblema azul e branco, o jovem encontrou rostos familiares, os compatriotas de Bednarek e Kiwior. Oskar revela uma forte ligação entre os três: «A entrada na equipa foi muito positiva. O Janek [Bednarek], independentemente da equipa em que joga, torna-se um líder natural. O Kuba [Kiwior] é mais calado, mas juntos formamos uma equipa fantástica, o que nos ajudará não só dentro do campo, mas também fora dele», explicou.

Pietuszewski reconhece viver «um período muito intenso», mas sente que está a evoluir constantemente. «Desde o início, treino-me arduamente e consegui entrar rapidamente na equipa. Ver o estádio cheio de adeptos e sentir essa atmosfera foi incrível. A cada semana que passa, sinto que vai ficar cada vez melhor», admitiu.

O extremo mostra-se igualmente consciente da necessidade de crescer não apenas como jogador, mas também como pessoa. «Entrar para uma nova equipa, especialmente na primeira vez fora de casa em tenra idade, é sempre um desafio. Tento não me pressionar desnecessariamente. Quero ser uma pessoa comunicativa, não ter receio de conhecer novas pessoas, desenvolver-me não só como jogador, mas também como pessoa», disse, sendo esse é um «incentivo adicional» para continuar a evoluir.